domingo, 17 de setembro de 2017

Por Rafael Jácome
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Simão foi pescador (Mt.4.18), até o dia em que, conduzido por seu irmão André (João1.40), conheceu o Senhor Jesus, o qual lhe chamou "Pedro" (Petros), nome grego que significa "pedra", o mesmo que "Cefas" em aramaico (João 1.42). Era chamado também de "Simão Barjonas", ou seja, Simão, filho de Jonas (Mt.16.17), ou filho de João (Jo.21.15). Devido ao uso de mais de um idioma, era comum as pessoas possuírem mais de um nome. Um hebraico, outro grego; ou um em latim, outro em aramaico, ou até mesmo dois nomes numa mesma língua.

O caso de Simão é bastante peculiar. Jesus lhe deu um novo nome: Pedro. Não lhe bastaria ser "famoso". Precisava ser firme e inabalável. Afinal, firmeza era o que mais lhe faltava naqueles primeiros anos de serviço ao Mestre. Em seus momentos de debilidade, era chamado de "Simão" (Lc.22.31; Mc.14.37; João 21.15-17). Era o "velho homem" em ação, com toda a sua fraqueza natural. 


Quando conhecemos o Senhor Jesus, ele muda o nosso nome. Muitos, antes de se converterem, eram chamados de "mentirosos", "enganadores", etc. Depois, passam a ser conhecidos como honestos, trabalhadores, bons cidadãos, etc. Quando o suposto convertido não vive à altura do evangelho, então fica conhecido como "crente desonesto", "crente mentiroso", etc. Tornou-se o seu "último estado pior do que o primeiro".


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