domingo, 16 de setembro de 2018

IDH do Brasil fica estável, mas indicador de renda cai

O Brasil manteve a posição 79 no ranking do IDH, em uma lista de 189 países. Assim, continua a ser considerado um país de IDH alto - as categorias são muito alto, alto, médio e baixo.
Também estão no grupo do Brasil países como China, Cuba, México, Venezuela e Líbia. Já Chile, Argentina e Urugual estão no grupo de elite, de IDH muito alto.
IDH varia de 0 a 1. Quanto mais próximo de 1, melhor é a situação de um país. Em 2017, a Noruega, que tem o melhor IDH do mundo, pontuou 0,953. Na outra ponta, o Níger registrou 0,354.
Brasil, por sua vez, ficou com 0,759, em 2017. É praticamente o mesmo valor de 2015, 0,757.
Isso representa uma inversão de tendência. De 1990 a 2014, o IDH do Brasil vinha crescendo significativamente. Era de 0,611, em 1990, subiu para 0,684, em 2000. Depois, em 2010, atingiu 0,727. Em 2014, chegou a 0,752.
Desde então, a degradação da situação econômica limitou o crescimento do IDH. Por outro lado, entre 2015 e 2017, o Brasil teve leves avanços na expectativa de vida (de 75,3 anos para 75,7 anos) e na média de anos de estudo (de 7,6 para 7,8 anos). Já os anos esperados de escolaridade (o tempo de estudo oferecido pelo país) permaneceram os mesmos, 15,4.

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